Praticidade de caixas eletrônicos no câmbio

Sigla para o termo em inglês Automated Teller Machine, ATM nada mais é do que o nosso velho conhecido caixa eletrônico presente em shoppings, farmácias, supermercados, entre outros lugares públicos. Embora os sistemas de pagamento e transferência tenham se diversificado no mundo, nos últimos anos, não há previsão de que esses terminais de autoatendimento sejam extintos em futuro próximo.

E um dos motivos que explicam isso é a sua versatilidade, como a possibilidade de utilizá-los para saques de moedas estrangeiras em outros países. Não à toa, fora do Brasil, eles estão presentes nos principais centros turísticos, facilitando a vida de quem viaja para o exterior.

Uma das principais vantagens de sacar com o próprio cartão bancário em dólar ou euro nos caixas eletrônicos ATM é viajar sem ter que levar na carteira uma grande quantidade de dinheiro em espécie, principalmente em roteiros mais longos. Fora a segurança e praticidade, os saques também são uma salvação para quem acabou gastando além do previsto em compras e precisa repor o dinheiro para as despesas essenciais.

Para utilizar o cartão do seu banco para saques em terminais ATM fora do Brasil, primeiro, é preciso verificar se seu cartão é internacional. Feito isso, será necessário desbloqueá-lo para uso no exterior. Se tiverem as bandeiras Plus (Visa) ou Cirrus (Mastercard), será possível realizar saques em diversos países do mundo. Após seguir esses passos iniciais, o próximo é confirmar com seu banco se existe limite de saque no exterior.

Os caixas habilitados para saque em moeda estrangeira são identificados com a sigla ATM e possuem as bandeiras Plus e Cirrus. Na hora de selecionar o tipo de saque, caso esteja usando um cartão múltiplo, é mais vantajoso escolher a opção Débito ao invés de Crédito, pois, nesse caso, o dinheiro vai sair diretamente da sua conta e não comprometer o seu limite de crédito.

O valor sacado será convertido de acordo com a cotação da moeda no dia (modo turismo) acrescido das seguintes taxas e tarifas: taxa de saque aplicada por quem gerencia o caixa eletrônico, tarifa de saque no exterior cobrada pelo seu banco, e Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) de 6,38%.

Se, por acaso, a moeda aceita no destino que escolheu não for o dólar ou euro, o valor sacado será convertido duas vezes, em dólar ou euro, e na outra moeda, gerando uma perda média de 15%. Por causa das taxas, o ideal é que você consiga sacar tudo o que precisa de uma só vez ou, pelo menos, limite os saques para evitar perdas desnecessárias. Afinal, será muito mais fácil encontrar terminais disponíveis 24 horas por dia do que casas de câmbio no exterior.

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Maria Clara

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